A cadeia mamária interna pode ser avaliada pela ultrassonografia, pela ressonância magnética e pela tomografia. Os achados desses exames podem contribuir para a inclusão da cadeia mamária interna no tratamento radioterápico. No seguinte exemplo, as setas azuis apontam para um linfonodo com o centro de gordura obliterado, portanto suspeito, avaliado pela tomografia computadorizada, em corta sagital, para mediano, à esquerda e pela ultrassonografia, com transdutor linear de alta resolução (18 MHz).