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Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, o câncer de próstata é o mais comum entre os homens no Brasil. Representa quase um terço (31,7%) dos casos (INCA-2018). O câncer de próstata é a segunda causa mais comum de morte por câncer nos homens brasileiros, ficando atrás apenas do câncer de pulmão.
O diagnóstico do câncer de próstata em fase inicial através do rastreamento pelo PSA e pelo exame clínico possibilitam um tratamento menos agressivo e mais eficiente. Por outro lado, os maiores estudos conduzidos para avaliar o benefício do rastreamento mostram resultados conflitantes (ERPSC – estudo europeu - e o PLCO – estudo norte americano).
Atualmente recomenda-se que a opção pelo rastreamento do câncer de próstata seja tomada pelos pacientes através de informações claras sobre os benefícios e os malefícios relacionados ao rastreamento. Os principais efeitos colaterais são os resultados falsos positivos e o diagnóstico de neoplasia de baixa agressividade, não letais.
De todo modo, a eficácia dos métodos de imagem é determinante tanto para o diagnóstico acertado, bem como para a escolha da melhor estratégia terapêutica.
A próstata é dividida em três grandes zonas:
- Periférica
- Transição
- Central
A zona periférica envolve a porção mais posterior, lateral e apical (inferior)da próstata. Constitui 70% do tecido glandular e também em 70% dos casos é a sede inicial do câncer de próstata.
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Lembre-se: ‘P’ de próstata e periférico, assim como ‘P’ de problema! Para lembrar que é o local mais usual para apresentação do adenocarcinoma prostático. |