Triagem Renal Pré-Contraste (TC / RM)
Questionário de triagem para identificar pacientes com maior risco de disfunção renal (eTFG <45 mL/min/1,73 m²), nível abaixo do qual o risco de nefropatia induzida por contraste (na TC com contraste iodado) aumenta de forma relevante. Também estratifica eficazmente o risco de fibrose nefrogênica sistêmica (NSF) antes de RM com gadolínio, com potencial de redução de custos e agilização do fluxo. Alta sensibilidade e especificidade moderada a boa; ferramenta validada para uso ambulatorial.

Triagem Renal Pré-Contraste (TC / RM)
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Evidência
Em estudo com 1361 pacientes ambulatoriais, para detectar eTFG <45 mL/min/1,73 m² o questionário apresentou sensibilidade de 92,9%, especificidade de 65,3%, VPP de 2,7% e VPN de 99,9%. (Too et al., Eur J Radiol 2015)
O questionário também estratifica eficazmente o risco de fibrose nefrogênica sistêmica (NSF) antes de RM com gadolínio, com potencial de redução de custos e agilização do fluxo assistencial. Quando a decisão de administrar gadolínio é baseada apenas nas respostas do questionário no momento do pedido do exame, observou-se sensibilidade de 71,4% para detectar eTFG <30 mL/min/1,73 m², especificidade de 74,2%, VPP de 2,9% e VPN de 99,6%. (Choyke et al., Radiology 2003)
Como funciona a triagem renal pré-contraste (Choyke)
O questionário de Choyke identifica pacientes ambulatoriais com maior risco de disfunção renal (eTFG <45 mL/min/1,73 m²), nível abaixo do qual o risco de nefropatia induzida por contraste iodado aumenta de forma relevante. Ele também estratifica o risco de fibrose nefrogênica sistêmica (NSF) antes de RM com gadolínio.
Desempenho diagnóstico do Choyke em pacientes ambulatoriais
Choyke positivo
Recomenda-se solicitar creatinina sérica e calcular eTFG antes do contraste IV.
Choyke negativo
Probabilidade muito baixa de disfunção renal relevante. No cenário ambulatorial padrão, geralmente não é necessária creatinina/eTFG antes de contraste IV.
Quando NÃO usar a triagem simplificada
Não utilizar triagem simplificada em pacientes hospitalizados/instáveis, com suspeita de insuficiência renal aguda, ou quando o protocolo institucional exigir creatinina/eTFG. O questionário foi validado em pacientes ambulatoriais e não substitui julgamento clínico em cenários de maior risco.