Normal
Eixo curto < 10 mm
Não patológico: não é registrado nem acompanhado.
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O eixo curto, medido no corte axial, decide se o linfonodo é normal, suspeito ou alterado.
Eixo curto < 10 mm
Não patológico: não é registrado nem acompanhado.
Eixo curto ≥ 10 mm e < 15 mm
Patológico, não mensurável: entra como lesão não-alvo e é acompanhado qualitativamente.
Eixo curto ≥ 15 mm
Patológico mensurável: pode ser lesão-alvo, com o eixo curto somado às demais lesões-alvo.
Medir o eixo curto no plano axial, em TC com cortes de até 5 mm. Resposta completa exige que todos os linfonodos voltem a ter eixo curto < 10 mm. No máximo 2 lesões-alvo por órgão e 5 no total.
O RECIST padroniza a avaliação de resposta ao tratamento. Seus limiares não substituem a análise diagnóstica da morfologia e do contexto clínico, e não excluem metástase em linfonodo pequeno. Um linfonodo escolhido como lesão-alvo continua sendo medido no seguimento, mesmo abaixo de 10 mm.
Erros comuns
Medida não perpendicular ao eixo longo: subestima ou superestima o eixo curto.
Medida que inclui um vaso ou outro linfonodo encostado: meça só o linfonodo, de borda a borda.
Medidas do exemplo: linfonodo pélvico esquerdo do caso da aula Linfonodos na TC em ginecologia oncológica: da anatomia ao estadiamento, conforme o laudo.
Referências
Para treinar a medida numa tomografia real, use a régua da aula Linfonodos na TC em ginecologia oncológica: da anatomia ao estadiamento.